Dilma Helena da Silva

Os Lusíadas

No 1º conto deste livro a tripulação de Vasco da Gama chega a Moçambique ali param para se reabastecer, mas os habitantes tramam contra eles e armam uma guerra na qual os portugueses venceram, continuando a viajam chegam a Mombaça no qual os habitantes já se encontravam alertados pelo Baco ou melhor dizendo enganados que a tripulação queriam os destruir . Dando continuidade no segundo canto o rei de Mombaça permite que a tripulação de Vasco da Gama atraca no cais para abastecerem o navio e descansarem por algumas noites, mas o rei estava tramando a morte deles pelas costas, numa das noites Vasco da Gama tem um sonho que lhe vai mostrar toda a tramação  do rei, ao  acordar novamente eles vão enfrentar o mar. No terceiro canto Vasco da Gama faz uma referência das origens de Portugal e as suas vitórias. Já no quarto canto que faz referência o morte de D. Francisco e fala sobre alguns reinados que foram bastantes marcantes.

No quinto canto continuado com a viajem  chegam a ilha de Santa  Helena ali oferecem vários objectos de grande importância para conseguirem a confiança dos habitante, mais novamente são traídos. No sexto canto Baco vai ter com Neptuno com a intenção de colocar de os deuses contra a tripulação de Vasco da Gama que queriam descobrir o caminho para a Índia. Baco conforme o pedido é atendido e logo são transmitidas as mensagens fazendo com que a tripulação de Vasco da Gama se desmorona-se no meio do mar enquanto os deuses tramavam uma desgraça para eles, na tripulação contavam histórias para evitar o sono e continuar com a viajem , logo de seguida começa uma grande tempestade o barco fica preste a afundar nesse momento Vasco da Gama ergue as mãos para cima e pede ajuda para Vénus e este logo se apercebe que do perigo que eles estão a correr e vendo que não se trata de acção de Baco, Vénus manda pararem com a tempestade. Ao amanhecer o piloto avista a Índia e vasco da gama põe a rezar, agradecendo à Vénus. Dando continuidade no 7º canto chegando a Índia encontram uma pessoa que fala português que serve de intérprete.

O rei da Índia é avizadado da chegada dos portugueses, e este convida vasco da gama para ir a sua casa onde lhe dá o que comer e beber. No 8º canto Paulo da Gama irmão de vasco da gama numa das visitas do rei á tripulação explica-o os significados de cada figura presente na bandeira. Baco resolve novamente agir contra a tripulação aparecendo em sonhos de um sacerdote incitando-o a opor-se contra os portugueses. Vasco da gama se desentende com o rei e lhe proposto voltar para o navio, mas este desconfiado de que algo estava errado não concorda e é preso. Mais depois foi feito um novo acordo no qual vasco da Gama embarcaria mas tinha que entregar todas as mercadorias e objectos de valor que estavam no navio e assim é feito. No 9º canto, sendo expulsos da Índia regressam a Portugal com provas concretas para poder provar que passaram para a Índia, Vénus vendo que a tripulação estava exaustos, prepara uma ilha de repouso e ali abasteçam novamente o navio e encontram ninfas que propõem um repouso bem aconchegante. No 10º e último canto do livro Testis e as ninfas oferecem um banquete aos navegantes e uma das ninfas começa a falar de futuro do povo português. Depois da descrição a tripulação se despede e voltam para o mar rumo a casa.

Postado em 03/06/13, por Jassica Fernandes

Post de leitura nº1

Mário Gonzalez “O romance picaresco”.

Este livro encontra-se dividido em 10 parte, todas referindo a publicações de três romances que ganharam uma grande relevância pelas suas qualidades literárias.

Estes são: O Lazarilho de torres; O Guzman de Alfarache e o Buxão. O 1º é caracterizado como germe da picaresca, o 2º é um protótipo dessa modalidade narrativa, e o ultimo é caracterizado como uma espécie de distorção das suas possibilidades.

Estes três romances demostram perspectivas socias diferentes, cada um faz referência a um tipo de problema social.

Postado em 03/06/13, por Jassica Fernandes

Post nº 2

 

 

Para está leitura escolhi o livro de Eugénio Lisboa denominado Matéria Intensa, este livro é uma colecção de poemas lusófonos, podemos encontrar muitos poemas, cada um com o seu propósito, o livro encontra divido em três partes, a primeira parte é denominada como – Os Mortos, a segunda como – Intervalo, e a terceira parte como – Morituri.

Eugénio Lisboa é um poeta, ensaísta, foi conselheiro cultural em Londres e actualmente é professor na Universidade de Aveiro em Portugal.

De entre os poemas presentes na colecção, o que me despertou mais atenção foi “Um Olhar”:

Um olhar brando, claro, temeroso,

um gesto doce, quente, fugitivo,

quase ousado; um tremer ilusivo

um fulgir de seio macio e sedoso;

um pudor ousado, um tentar medroso,

um sentir pensando, grave e modesto,

um dizer que sim, como se em protesto,

percurso de alma limpo e sinuoso;

um sensual recuo; uma doçura,

um medo que se atreve; um ar sereno,

um sofrer doce e amargo e quem vive:

eis a magia, o veneno, a tortura,

o sentir, o viver, o gozo pleno

que, por ti sem o ter, eu sempre tive.

Londres, 7.4.80

Postado em 13/07/13, por Jassica Fernandes

Post nº 3

 

One thought on “Dilma Helena da Silva

  1. Apreciei a partilha que fez do livro “Os Lusíadas” . É um livro que é realmente interessante.Narra uma história que tem muito a ver com o nosso passado e que marcou a linha da nossa existência – o povo Cabo-Verdiano. Anseio ler esse livro, deixaste-me curiosa. Parabéns!!!
    Tamar Lopes.

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