Maria Da Conceição Gomes Pereira

 

O livro que eu li é uma narrativa, cujo título ou tema é “Mocidade” de Joseph Conrad.

Este texto é de origem espanhola, mas foi traduzido por Anibal Fernandes. Deste Livro foi tirado 5000 exemplares.

Esta história iniciou na Inglaterra, onde um rapaz, que chama-se Marlou foi procurar o seu primeiro emprego de capitão de navio, porque era muito apaixonado pelo mar devido ao desporto náutico que praticava. Um dia o dono do navio Mahon, o convidou para viajarem a fim de o conhecerem melhor, conversaram muito… Marlou disse-lhe que conhece alguma coisa sobre o mar do oriente, e que já tinha viajado para aquele sítio. Depois de alguns dias fizeram uma viajem com cerca de 15 passageiros e 3 capitães, mas era o Marlou que comandava o navio, pois ele queria adquirir mais experiência, e assim partiram para o oriente. No caminho encontraram um temporal muito forte pela frente, mas passou rápido. Depois de alguns meses aconteceu outra tempestade, e a água começou a entrar no navio, por isso entraram numa enorme desespero, visto que já se fazia 150 dias de viagens, mesmo com o porão queimado. Todos estavam desanimados, menos o capitão, a força da juventude dava-lhe paciência. O tempo tranquilizou, foram socorridos, por outras embarcações onde levaram o navio os alimentos que lhes restavam (pão, queijo, garrafa de cervejas e uma barrica de água doce). Finalmente chegaram a um lugar de destino onde foram acolhidos muito bem, e a historia do navio ficou bem conhecida e deram o nome de mocidade.

 

Postado em 30/06/13, por Jassica Fernandes

Post nº 1

 

O livro que eu li é um romance que faz parte da colecção de livros do Brasil, intitulado de “Riacho Doce” da autoria de José Lins Do Rego. Este romance se encontra dividido em 3 partes: 1ª Ester que inicia da pag 7 a 63, a 2ª Riacho Doce que inicia da pag 67 a 146, e 3ª Nô que inicia da pag 149 a 248

1ª parte

Edna era uma moça pobre e infeliz, morava com a família, mas ela não simpatizava com a avó porque ela liderava toda a família. A escola para Edna foi um presidio até o dia em que chegou a nova professora que chama-se Ester. Na primeira aula Edna admirou muito a beleza da professora e sentiu uma atração por ela e começou a gostar da escola e da professora. Ambas simpatizaram-se e transformaram-se numa verdadeira amiga. Edna chorou nas primeiras féria quando Ester despedia-se da classe, a professora se comovia, botou-a no colo. A menina sofreu muito com a ausência da professora, muito ansiosa queria que a professora voltasse logo para lhe ensinar a tocar piano. Depois de 3 meses, a professora voltou, reparou uma mudança na sua amiga, ela já  tocava piano, o que mais a ligava da Ester, mas a avó não gostava. Passado alguns tempos a professora convidou a Edna para passarem alguns dias na sua Terra, chegaram, Ester lhe apresentou a sua mãe e foram para o cinema, onde a Edna sentiu ciúmes da professora, por causa da conversa que teve com um velho amigo de nome Roberto. Quando voltaram, a família de Edna receberam-lhes com uma festa, mas a avó não queria que a neta mantivesse a relação estreita com a professora. Alguns dias depois ela foi visitar a Ester mas não a encontrou em casa, recebeu uma carta que vinha para a amiga, escondeu-a e fugiu. Chegou em casa muito tarde, o pai proibiu a menina de ir à escola e de ver a professora. A carta era do Roberto, depois de ler queimou-as no fogo e nunca mais procurou a professora, pensou que o Roberto ia roubar a Ester dela e sofreu muito. Pobre menina entrou em depressão e tentou suicidar-se. Para a família a professora era responsável por tudo aquilo que aconteceu, foi expulsa da escola e foi-se embora.

 

 

O livro que eu li, é o mesmo.

2ª parte – Riacho doce e 3ª parte – Nô

Edna conheceu um engenheiro chamado Carlos, pouco tempo começaram a sair juntos, e acabaram por se apaixonarem um pelo outro. Carlos era de uma família católica e Edna não. O casamento a princípio contrariava toda a família, tando de Carlos como da Edna. Reagira contra todos, casara-se com ela que era pobre e infeliz. Amava-a muito, viveram bem, mas ela não o amava, seu desejo era fugir, encontrar um meio de abandonar os seus parentes, a sua terra. Estavam felizes porque ambas as famílias já se entendiam com eles. Veio depois aquela melancolia na mulher, cansada de fingir o amor, desesperada, pensou em ter um filho para lhe trazer a felicidade, mas não gostava quando o marido procurava-lhe para o amor. Correu os melhores médicos segundo os conselhos, ela precisava de uma viagem e pensou na América (Brasil), por sorte o marido recebeu um convite de seu trabalho para o mesmo lugar. Foram para América, o marido via feliz, entregue a uma vida mais natural, nos banhos do mar, toda da terra que lele odiava. Ficara satisfeito.

A mulher, afinal, encontrara uma situação agradável. Podia ele sofrer o que estava sofrendo, mas que ela vivesse bem e tudo estava resolvido. Edna era esquisita, compreendia-a, o seu amor compreendia tudo. Depois caia-lhe como um raio aquela certeza estúpida. Edna fugia e tinha nojo dele, ficou desesperado, começou a fumar e a beber. Fora quase dois anos de mentira, de hipocrisia, de fingimento. Ela fez dele o homem mais infeliz do mundo.

Na praia Edna conheceu um cantor que chamava-se Nô. Ela ficava encantada quando ouvia a música dele, e quando o viu pela 1ª vez começou a ser outra, sem saber o que estava a acontecer. Todas as moças da região gostavam dele, mas ele não dava atenção para mulher nenhuma. Edna descia para praia todos os dias, encontrava-o na praia e ali eles se conheceram. Ela se apaixonou pelo Nô, mandava recado com a empregada e aí o Nô começava a pensar forte na moça, apaixonou-se também.

Um dia foram passear junto de navio, demoraram muito e a avó de Nô foi falar com a moça, aqui não se faz isso, és casada, todas as pessoas já sabiam disso. Quando o marido descobriu que estava sendo traído, chorou muito, porque a amava e sentia-se culpado porque foi ele que a trouxe para o local. E ela feliz doida para que o amante surgisse. Depois Edna isolou-se completamente, não ia mais à praia. Um dia a avó e o neto se desentenderam, com uma discussão forte por causa dela, o neto foi amaldiçoado pela avó que tinha muitos poderes. Nô enlouqueceu, fugiu de casa foi para a praia, caiu no chão, muita gente juntou-se ao redor, a velha arrependeu e foi rezar alto e tudo passou. Ficou bem, começou a trabalhar, estava a espera do navio para embarcar de novo. Edna sofreu muito com estes acontecimentos. Estava ela com saudades, saiu para praia, viu Nô, mas ele nem a ligava mais, fugiu como se não a conhece, partiu para casa tão triste. O seu marido foi preso por causa de uma máquina que explodiu e sentiu-se culpada de tudo, o marido preso e o amante sumido. Depois as coisas começaram a mudar, o marido saiu da prisão, ela foi para a praia, ali sentiu-se feliz como se alguma coisa boa estava para acontecer, tão feliz entrou no mar nadou em direcção a raio solar, como se Nô estivesse lá chamando-a para a vida. Nô ficava só na lembrança da Edna.

Postado em 30/06/13

Post nº 2 e 3

 

 

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