Viver a morte em Santiago

Eu li o livro de Arlindo Mendes cujo titulo: viver a morte em Santiago.

Eu vou partilhar o capitulo I “Enquadramento de Santiago”.

A ilha de Santiago tem uma superfície de 991 k2 e a maior ilha do arquipélago. Agasalha mais de 50% da população cabo-verdiana, e uma ilha de origem vulcânica. A coroa portuguesa preocupou – se em povoar o território a fim de obter a mão-de-obra para garantir a exploração económica com a costa.

Santiago foi dividida em duas capitanias: a capitania do norte com sede nos Alcatrazes, pertencia a Diogo Afonso, a do Sul com sede na Ribeira Grande, foi entregue a António de Noli e Diogo Gomes.

Também Cabo Verde tinha uma óptima localização geográfica e coroa portuguesa tinha interesse em povoa-la, o que não foi tarefa fácil, devido a distância do metrópole e a diversidade climática, pobreza de recursos naturais e falta de interesse pela agricultura.

O processo de povoamento de Santiago começou pouco tempo depois os portugueses terem aportado a referida ilha. Santiago destacou-se a ilha mais povoada do arquipélago. Com certo distanciamento da ilha do Fogo, Daniel Pereira diz que existiam na Ribeira Grande “boas casas de pedra e cal, e designava os “homens brancos” e” pardos que se encontram espalhados pelas oitos freguesias de Santiago.

Reflexões

Santiago foi povoado com povos de diferentes etnias. Isso quer dizer que somos mestiços e com certas igualdades.

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