Mornas eram as noites

Eu vou partilhar o capítulo do livro “Mornas eram as noites”, da autora Dina Salústio, cujo título é Forçadamente mulher, forçosamente mãe. Esse capítulo conta a história da Paula, que engravidou aos dezasseis anos. Paula andava triste, choramingando pelos cantos porque para ela era muito cedo para ter um filho. Antes ela era uma menina alegre, andava a colecionar conchinhas cor-de-rosa, cantava e dançava pelos cantos, ria, colecionava sonhos, mas que agora ela carrega uma barriga enorme e sozinha. Dizia também que aos dezasseis anos não devia ter filhos, que a natureza não soube fazer contas e que Paula perdeu o olhar meigo e livre de adolescente, agora se vê apenas um rostinho triste. Mesmo sabendo o que ela estava passando, Paula tinha a esperança de que dos dezasseis anos é a ultima coisa a deixar-se ir, mas que secara com o primeiro leite do primeiro filho, que secara como os sonhos da adolescente forçadamente mulher, forçosamente mãe.

 

Impressão: A impressão que tirei é que os adolescentes não devem estragar as suas vidas pelo simples facto de quererem conhecer melhor a vida, mas sim que devem pensar muito e o mais importante ter responsabilidade para depois não arrependerem-se das escolhas que fazem. Muitas vezes fazem essas escolhas só para agradar as outras pessoas, mas isso está errado porque a partir do momento em que resolvem tomar alguma decisão, têm de primeiramente agradar a eles mesmos e depois pensar nos outros. Por isso, pensem muito bem antes de agir!

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