“Os Deuses Não São Os Culpados”

Titular Original: “The God Are Not To Blame”

Autor: Olá Rotími

 

O livro de Olá Rotími, “The God Are Not To Blame”, relata a drama de Odewale. Antes do seu nascimento um padre tinha anunciado ao Rei que o seu primogénito tinha como destino matar o Rei e casar com a Rainha. Para evitar tal facto, dizia o padre, que teria de tê-lo morto. Entretanto, incapaz de matar seu próprio filho o Rei, angustiado, ordenou a um servo para abandona-lo na floresta, mas este não o fez. Doou-o ao casal, Ogundele e Mobike, para que fosse adoptado. Passado muitos anos, o seu tio revelou-lhe o seu destino e mencionou que seus verdadeiros pais não eram conhecidos. Devido a isso, ele fugiu da vila onde vivia. Algum tempo depois, um velho veio para a sua fazenda e reivindicou a terra. Odewale não reagiu a tudo isso até que os insultos do velho desvendaram novas batalhas entre as tribos do velho e de Odewale. Odewale vigia de cidade em cidade por meses até que ele chegou a Kutuje onde tinha acabado de matar, acidentalmente, o Rei, seu pai, e os inimigos aproveitaram-se disso para atacá-los, mas nervoso conduziu o povo para a guerra contra seus inimigos. Durante a luta ele matou o Rei, seu pai, esperando tomar a posse. Devido a profecia, para que ele se tornasse rei teria de se casar com a esposa do falecido Rei, que no caso era a sua mãe. Assim acabou cumprindo a profecia. Depois o seu povo começou a sofrer por uma doença. Os mais sábios diziam, no entanto, que a doença seria um castigo por alguém ter matado o seu próprio pai. Odewale, furioso, fez de tudo para saber a verdade que viria a ser confessada por Gbonka e Alaka. Terminou finalmente a história, Odewale descobriu que era ele a criança abandonada, filho do falecido rei e da rainha, quem agora chama de esposa e é a mãe de seus quatro filhos. Incapaz de suportar a verdade, a rainha que também era sua mulher se suicidou. Odewale, abandona o reinado e levou seus filhos para viver numa outra aldeia, com o irmão.

 

A moral retirada desta história e que, apesar das diversas crenças há possibilidades que umas e outras sejam verdadeiras. Como não se sabe os que o são e/ ou os que não o são convêm acreditar e não se deve contraria-los.

Elaborado por: LEINIRA TAVARES

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s