Criatividade

Docente: Rosa Morais

Discente: Cláudia Moreira

Praia, 30 de Junho 2014, 10:21

 

Acta número dois

Aos vinte e três dias do mês de Maio de dois mil e catorze, pelas quinze horas e trinta minutos, realizou-se uma aula magna, em comemoração do dia da África no auditório da universidade de cabo verde. Estiveram presentes os alunos de curso de jornalismo, professores universitários e secundários. E mesa contou com a excelência o senhor Primeiro-ministro de cabo verde, a Magnifica Reitora da uni-cv, sua Excelência Doutor António Correia e silva, Ministro do ensino superior ciência e inovação e o coordenador do curso de jornalismo, Doutor Silvino Évora. Estiveram presentes também os artistas convidados: Éder Xavier, Romeu de Lourdes, Yanick Djelassi. Romeu de Lourdes foi o primeiro a cantar, de seguida cantou outro artista com a composição intitulada, seguidamente ouvimos o Éder Xavier, e depois o Yanick Djelassi que cantou em francês. A aluna Ermestina, do terceiro de curso jornalismo coordenou a aula magna, já era dezasseis horas e cinco minutos, quando ela agradeceu a presença da plateia e dos ilustres convidados e passou a palavra a magnifica reitora Doutora Judite Nascimento. Cumprimentou o público, discursou falando dos desafios da uni-cv, dos objectivos e planos estratégicos para a melhoria so seu funcionamento, e garantia de uma boa qualidade de ensino a fim de os alunos saírem licenciados com competências para ingressarem no mercado de trabalho. Seguidamente ouvimos o discurso do Ministro de Ensino Superior Ciência e inovação que nos falou da evolução da universidade de cabo verde, a qualidade que temos hoje futuro de cabo verde através desta. O coordenador de curso de jornalismo fez um breve discurso elogiando os alunos do curso jornalismo como Pedra Preciosa desta universidade, e fez um apanhado geral falando da África nossa mãe, as universidades africanas, a povo africano, a raça a que pertencemos. Em seguida Senhor Primeiro-ministro dirigiu-se a assistência e proferiu a aula magna sobre a democracia e governação em África, a condição financeira da África, A problemática da democratização, imprensa livre e jornalistas, jornalismo político, liberdade de expressão e informação. Falou também da constituição da República de alguns países como África do sul, cabo verde e Portugal embora há tão poucas diferenças. E sistemas que foram implementados, a diferenciação das classes sociais, o parlamento, o congresso e os deputados. Falou também que cabo verde esta na lista dos dez países que tem melhor índice da melhor governação em África, ocupando o terceiro lugar. O Primeiro-ministro terminou de fazer o seu discurso, exaltando a democracia em África. Em seguida o coordenador de curso jornalismo interveio abrindo o debate. O primeiro a intervir foi o Doutor Manuel Veiga, professor de Linguística, perguntando se Cabo verde tinha condição favorável para implementar a democracia representativa em mil novecentos e setenta e cinco. Ainda, a jornalista Maria De Jesus Lobo colocou a questão sobre a cultura africana, e o professor Eduardo Camilo interveio para questionar sobre liberdade de expressão, o direito e o dever de os jornalistas em informar. O Senhor Primeiro Ministro Dr. José Maria neves esclareceu todas as duvidasse questões colocadas e ainda deixou bem claro que cabo verde e considerado um micro estado de quinhentos mil habitantes. Agradeceu a presença de todos. Não havendo mais nada a tratar, deu-se por encerado a sessão da aula magna, as dezanove horas e dez minutos. A presente acta depois de lida e aprovada vai ser assinada por mim, aluna de curso jornalismo que a escrevi.

 

Miludi Andrade

 

 

 

Cláudia Moreira

Universidade de Cabo Verde

Departamento Ciências Sociais e Humanas

————————————Acta número um————————————–

Aos vinte e um dias do mês de Abril de dois mil e catorze pelas dezasseis horas e cinquenta minutos realizou-se uma reunião de emergência dos alunos do segundo ano do curso de jornalismo da Universidade de Cabo Verde, no Campus de Palmarejo na sala trezentos e nove. Estiveram presentes todos os alunos da turma, excepto a Deisy, Lavínia, Pedrisa e o Saidon. A professora Rosa Morais abriu a sessão e entrou imediatamente no assunto em discussão que foi: A metodologia para as aulas de Língua Portuguesa quatro (IV). A aluna Carla referiu-se ao facto da metodologia de estudo proposto pela professora não estar a surtir efeito, tendo avançado que e a deverá primeiro explicar a matéria e só depois solicitar o trabalho prático. O Jorge retomou na mesma linha que as aulas deverão ser mais práticas. Acrescentou ainda que em relação ao debate deve-se repetir o conteúdo de modo a se obter maior domínio dele. Insistiu ainda na necessidade de os trabalhos escritos não serem corrigidos individualmente. Por outro lado, quanto aos porta-vozes dos grupos de trabalho, estes devem ser mudados, bem como a organização dos grupos para que todos possam interagir. A Maria Boaventura tomou a palavra para discordar da opinião anterior. A Neidilidia reforçou esta sugestão avançando que cada aluno tem as suas dificuldades pelo que os trabalhos escritos devem ser corrigidos individualmente. A Maria Boaventura completou a ideia de que os alunos devem estudar as fichas e pesquisar sobre os conteúdos em estudo. A Miludi concordou com a Maria salientando que a metodologia usada pela professora estava correcta e que não existe uma metodologia 100%de ensino, na mesma medida a Sheila concordou com as palavras da Miludi. A Cláudia descordou do Jorge dizendo que o tempo que a professora leva para citar os erros cometidos no plano de leitura são suficientes e devem ser feitas individuais para cada um ver os seus erros e tentar corrigi-los. A Catheline concordou com a Cláudia dizendo que cada um tem os seus erros e que a professora deve chamar a atenção individualmente. A Cisandra salientou que estão num ritmo muito bom mas que o problema da turma está na falta de estudos. O Gerson acrescentou que a sua palavra não tem nada a ver com o concordar e descordar mas sim que na sua opinião acha que a professora deve conhecer melhor cada um dos alunos. Para finalizar, a professora concluiu a reunião, ficou o compromisso de estudos e mais interesse por parte dos alunos, mais aulas práticas, mais atenção ao desenvolvimento dos alunos.

Assim está feita a presente acta que vai ser assinada por mim que secretarei.

A Professora

_________________

A Secretária

____________________

 

 

Crónica

Cláudia Moreira

 

 

A experiência com Rosana Almeida

 

Nunca é tarde para realizar o seu sonho. Nem para conhecer a sua ídola e pessoa nova.

No dia 25 de junho eu e os meus colegas tivemos a honra de conhecer uma das melhores profissionais de Cabo Verde. E de entrevista- lá.

Ela nos contou a história da sua vida. Os erros que cometeu na sua caminhada até o dia de hoji. O sofrimento e a desgraça que passou na sua primeira apresentação da notícia. Nos mostrou um pouco da vantagem de ser jornalista e a desvantagem do mesmo.

A profissional realçou que mesmo com toda essa dificuldade nunca pensou em desistir do seu sonho.

Ainda não disse quem é essa mulher, mas penso que sabes quem é ela.É a pessoa que quando está à exercer o seu trabalho, não lembra do mundo lá fora.

É uma mulher cheia de emoção. Que sempre admirei. É a jornalista que de referência.

Essa nos disse que para ser um excelente profissional é preciso ler muito, escrever bastante, e marcar diferença. Disse ainda que o mais importante de tudo é acreditar sempre, mostrando que temos capacidade. E que podemos ser de referência.

Ela apresenta o jornal toda séria. Já tem 16 anos de trabalho na Televisão de Cabo Verde.

É a ídola de muitos estudantes do jornalismo e não só. Não é ninguém mais de que a Rosana Almeida.

Agora já tomei uma decisão vou marcar diferença, e espero que faça o mesmo.

 

 

Crónica

Cláudia Moreira.

 

Universidade de Cabo Verde

Disciplina LPIV

 

A realidade pouca vista

 

Há pessoa que sente vergonha ou medo de falar sobre determinado assunto com o outro. Principalmente se for menor de que ele.

Agora eles não querem falar das suas experiência. Em vez de aconselhar criticam, condenam e usam a violência para resolver as coisas.

Não falam de sexualidade com os adolescentes. Não demostram os riscos que podem correr em fazer sexo sem preservátivos.

Creio que já fazes ideias quem estou a referênciar. Ou não sabes?

Com toda a certeza são eles, os que não querem que os filhos sabem que existe sexo. Os maiores reponsáveis dos filhos. É evidente que estou a falar dos pais.

Sobretudo a mãe não fala com a filha de como fazer para não engravidar. E de como proteger para não ser contaminada por nenhuma doença.

Só depois que o estrago estiver feito que vem ela e o pai. Castigam e expulsam a de casa.

Mas não posso esquecer que há adolescente que são informados e que sabe como fazer para evitar grávidez. Mas que não o faz. Por falta de cuidados e responsabilidades.

Portanto eu lhe digo, fale com os seus filhos desde criança. Mostrando o certo e o erado. Seja mais claro e objectivo que poder.

 

 

 

 

Universidade de Cabo Verde-Campus Palmarejo

Departamento de Ciencias Socias e Humanas

Simónica Martins Sanches

2 ano de curso de Jornalismo

 

O Amor

Admiro tanto a vocação que muitos têm de amar. Ela conheceu um rapaz que apaixonou tanto. Passados alguns tempo os dois já estavam juntos. Pareciam tímidos, um esperava pelo outro. Até que um dia os dois beijaram apaixonadamente. A timidez foi passando e os dois corações ficaram um só. No inicio de um relacionamento tudo é lindo, apenas recordações, momentos bons. Pois não conhecemos o lado negativo logo no inicio, mas precisa do convívio, dialogo para abstrair – se. Ela parecia mas compreensiva, tolerante, pois quem ama sacrifica, perdoa varias vezes. As mulheres são sempre mais emocionantes, se entreguem facilmente pelo amor e fica difícil libertar de um amor profundo. No relacionamento deles havia tudo amor, paciência, dialogo, confiança e entres outros. Esse tudo, começou a ficar em um nada. O amor ficou obsessão, a confiança tornou desconfiança, aquele lindo diálogo tornou um profundo silêncio. Qual foi o motivo desse tudo virar um nada? Ah. Com certeza foi a insegurança. O homem é sempre mais inseguro, ele amou intensamente que perdeu a segurança. Passou a achar que vai perder a menina dos seus sonhos, todos que aproximavam dela, ele achava que vai perde-la. Então ele ficou cada vez mais ciumento até que a menina decidiu com cabeça precipitada terminar tudo. E ele ficou furioso, passou dias a tentar consertar tudo, pediu a menina desculpas. Apesar de todos os seus erros ela a perdoa mesmo sabendo do seu pior lado mas voltou, só porque o amava. E amam tanto que esqueçam da própria pessoa. Ele prometeu que ia mudar mas piorou, e a menina sofreu mas do que possa imaginar. Então tornou a terminar tudo de novo. Ela sempre dizia «meu Deus porque que o nosso relacionamento é assim, sempre terminar, e voltar. Me dá um sinal do que eu possa fazer, ó Deus faça tudo que seja da sua vontade». O rapaz ficou furioso de novo, sempre arrependido depois da culpa. Ah amor, sempre termina de um lado nunca encera em dois corações, ao mesmo tempo desacelera um antes do outro e vai um pouco de dor em cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Ela pergunta sempre «valeu a pena amar?» pois digo-te é claro que valeu a pena. A vida é assim, construída por coisas grandes e pequenas, importantes e simples. Tudo que passou foi uma experiencia, uma lição para saber tomar decisão e não voltar a trás. Tudo que nasci morre, tudo que tens, um dia deixa de ser seu. Por isso é melhor passar mais tempo consigo mesmo do que os que não sabem estar consigo.

 

UNIVERSIDADE DE CABO VERDE

CAMPUS DO PALMAREJO

DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

CURSO DE JORNALISMO

Aluna:Romice Monteiro

—————————————Ata numero um——————————————–

Aos vinte e um dia do mês de Abril de dois mil e catorze, pelas dissésseis e cinquenta, realizou-se uma reunião de emergência dos alunos do segundo ano do curso de jornalismo da Universidade de Cabo Verde, no Campus do Palmarejo, sala trezentos e nove.———————-Estiveram presentes todos os alunos da turma escepto a Deisy de Pina, Pedrisa Veríssimo e Saidon Bamba. A professora Rosa Morais abriu a cessão e entrou imediatamente no assunto em discussão que foi: A metodologia para as aulas de língua Portuguesa quatro (IV). A aluna Carla referiu-se ao facto da metodologia de estudo proposto pela professora não estar a surtir efeito, tendo avançado que ela deverá primeiro explicar a matéria e só depois solicitar o trabalho prático. O Gorge Ribeiro retomou na mesma linha dizendo que as aulas deverão ser mais prática. Acrescentou ainda que em relação ao debate deve se repetir o conteúdo de modo a obter mais domínio dele. Insistiu ainda na necessidade de os trabalhos escritos não serem corrigidos individualmente. Por outro lado quanto aos porta-vozes do grupo de trabalho, estes devem ser mudados, bem como a organização dos grupos para que todos possam interagir. —— A Maria Boaventura tomou a palavra para discordar do Gorge Ribeiro e acrescentou a inda que os alunos é que devem estudar mais em casa para poder interagir na sala. De seguida tomou a palavra a aluna Cisandra Tavares que também discordou totalmente da opinião do Gorge Ribeiro, dizendo que a metodologia da professora e muito eficaz e assim concordando com a Maria Boaventura. Usando a palavra, a aluna Catheline Gonçalves discordou em partes também do aluno Gorge Ribeiro quando este referiu na necessidade de os trabalhos escritos não serem corrigidos individualmente, achando que muitos alunos não gostam de serem chamadas as atenções dos erros ao público ou no quadro, tendo assim a mesma opinião da aluna Cláudia Morreira. Passou a palavra a aluna Romice Monteiro, essa que discordou em parte da aluna Cláudia Morreira achando que os trabalhos escritos deveriam sim ser corrigidas sim no quadro, concordando com o Gorge Ribeiro, na medida em que o erro cometido por um aluno deve ser o mesmo erro cometido por outro aluno, evitando assim as repetições e ganhando assim mais tempo para outras coisas. Por outro lado concordou com a Maria Boaventura quando esta disse que as aulas carecem dos esforços dos próprios alunos. Esclareceu ainda a sua ideia dizendo que o maior problema é o fator tempo, dando como exemplo o debate que foi mal feita por falta de tempo, e isso segundo ela ficou por ver. Insistiu na necessidade de voltar a fazer um debate para ter a certeza de que sabe -o fazer.———- Algumas pessoas que participaram no debate tiveram a mesma opinião das outras colegas. Como a Simónica Sanches Miludi Andrade , Gerson Sanches, Neidilídia Andrade, e João Gonçalves.————————————————————————————————Para por o término a reunião saiu os seguintes resultados: Preparação de temas que foi posto, pesquisado e estudado; Mais aulas práticas; Estar a tento ao desenvolvimento dos alunos. Nada mais havendo a tratar, era dezassete e cinquenta quando o presidente declarou encerrada a sessão da qual foi laborada a presente ata que, se aprovada, vai ser assinada por mim e pelos demais membros dessa mesa.

Eu Romice Monteiro                                                                      Presidente:

———————————————

 

 

 

 

Sinópse

Um príncipe saiu á procura da príncesa que tinha sido raptada.

Através de um sonho, o príncipe ficou a saber que ela se encontrava numa gruta.

Durante a busca ele encontrou um passáro amigo que o ajudou a enfrentar a bruxa.

Finalmente eles conseguem vencê-la e chegar ao esconderejo onde se encontrava a princesa. Ao voltarem para a casa, foram perseguidos por aliados da bruxa. O grupo do bem, liderado pelo príncipe vencem-nos. Assim puderam chegar ao palácio onde fizeram uma enorme festa. O príncipe e a princesa viveram felizes para sempre.

 

Grupo 1:

Carla Tavares;

Cláudia Moreira;

Lavínia Vieira;

Manuel Gonçalves;

Pedrisa Verrisimo.

 

 

 

Sinopse

 

Um jovem soldado vai à procura da sua amada que tinha sido raptada por um rei mau. A rapariga era tão bela que o rei tinha intensões de casar com ela. Por isso decidiu enviar o rapaz para o campo de batalha como forma de afasta- lo da menina. Ali o jovem recebe aconselhamentos de um velho sábio e consegue fugir do exército num cavalo. Inicia a sua busca.

No caminho ele salva um rapaz que era refém dos soldados do rei. Ao chegar ao reino onde se encontrava a sua amada, o jovem soldado fracassa na tentativa de liberta- la e é feito escravo.

Foi libertado pelo amigo que fora salvo por ele. Juntos lutam no reino, conseguem destruí-lo e encontraram a rapariga. No regresso combatem novamente com os soldados. Vencem a luta e regressam à aldeia.

O soldado foi escolhido para ser rei e governar. Ele levou a sua amada e os seus amigos consigo para o palácio e viveram felizes para sempre.

 

Grupo 5

Euclides da Costa Silva

João Paulo Gonçalves

Neidilidia Andrade

Simónica Sanches

Catarina de Pina

 

 

 

 

Sinópse

 

Um príncipe queria casar com uma princesa de terras longínquas que vivia no palácio. Ele queria um casamento de sonho e de amor. Um dia, um velho sábio aconselhou-o a prevenir-se dos perigos e obstáculos que iriam surgir, caso ele quisesse casar com a princesa.

O príncipe viajou para o equador, a pé, para realizar o seu sonho de casar com a princesa. Na viajem ele encontrou uma fada que lhe indicou o caminho mais rápido para chegar ao palácio. Atravessando rochas, vales, rios e montanhas ele encontrou mágicos, feiticeiros que o incentivaram a desistir. Mas ele não desistiu de seguir o seu caminho.

Chegando ao equador, cidade onde o castelo se situava ele encontrou um dos feiticeiros que o tinham perseguido. Ouve um grande luta entre eles, o príncipe sofreu um golpe de feitiço mas o velho sábio amigo ajudou-o a libertar-se do feitiço salvando-o. Pela segunda vez o herói enfrenta o seu inimigo que tentou matar a sua princesa, mas desta vez ele consegue derrota-lo.

O príncipe regressou a casa antes de casamento, porque decidiu buscar a sua mãe para morar com ele no palácio. No caminho surgiram outros obstáculos, principalmente as armadilhas que o feiticeiro tinha feito quando estava ainda vivo. Graças ao seu poder e fé em seus que sempre foi mais forte, ele escapou de fadas as armadilhas. Voltou com a sua mãe e foram morar no palácio. Casou-se com a princesa e viveram felizes para sempre.

 

 Elementos:

Miludi Andrade

Romice Monteiro

Deisy De Pina

 

 

Sinopse

 

Honório estava à procura do pai, num certo dia recebeu uma mensagem anónima dizendo que o pai encontrava- na favela da Rocinha no Brasil. Recebendo esta mensagem, viajou para o Brasil.

Durante a sua estadia na favela conheceu uma menina, Josefa acabaram por apaixonaram-se e envolveram.

Honório sendo uma pessoa estranha na favela, foi raptado pela quadrilha que liderava a favela, pensando que era um intruso disfarçado. Por coincidência o chefe da quadrilha era o José que era o pai dos apaixonados, mas não sabiam que eram irmãos. A Josefa procurou ajuda ao pai,com o fim de libertar o seu amado. O pai sem saber de quem se tratava, logo foi interrogar o rapaz paraconhecer o motivo da sua permanência na Rocinha, mas só que Honório reconheceu-o imediatamente porque tinha uma foto antiga dele. Mostrou-lhe e explicou a razão da sua estadia naquela comunidade. Quando soube que era filho de um bandido, e irmão da Josefa no qual envolveram e estavam completamente apaixonados, entrou em pânico e acabou por se suicidar.

 

 Participantes:

                                                                                                         Gerson Sanches

                                                                                                         Jorge Ribeiro

                                                                                            Paula Tavares

                                                                                         Saidon Bamba

 

 

Universidade de Cabo Verde

Departamento das Ciências Sociais e Humanas

Unidade Curricular: LPIV

Curso: jornalismo 2ºano

Sinopse

Um jovem camponês, que deseja um casamento por amor. Um dia ele recebeu conselho de um velho sábio e parte em busca da sua alma gémea.

Ele parte para a floresta num cavalo onde encontra vária dificuldades e verdadeiras amizades, uma das dificuldades é de enfrentar alguns animais selvagens na floresta. Chegou a um reino desconhecido onde mora uma rainha má, madrasta da sua amada.

Depois para conquistar a princesa, ultrapassou por várias dificuldades, foi feito prisioneiro e o seu amigo saiu à procura de ajuda num velho sábio e consegui fugir. A rainha má fez um duelo entre o camponês e um príncipe e quem sair vitorioso terá a mão da princesa, o camponês consegui vencê-lo e no regresso a casa foi perseguido pelos soldados e, armadores do reino.

A princesa abdicou-se da sua fortuna, do seu reino contrariando os seus pais para viver com o seu amado no campo e viveram felizes para sempre.

 

Gruponº4

  • Ana Moreno
  • Benazy Veiga
  • Catheline Gonçalves
  • Cisandra Tavares
  • Dina Almeida
  • Maria Boaventura

 

 

 Universidade de Cabo Verde

      …………………………………………………… Acta número dois……………..……………………………

Aos vinte dias do mês de Maio de dois mil e catorze, pelas dezasseis horas, realizou-se uma aula “Magna” no Auditório de Universidade de Cabo Verde, Campus do Palmarejo. Nesta aula estiveram todos os alunos do curso do Jornalismo: primeiro, segundo e terceiro do ano do curso acima referido. Também estiveram alguns alunos do curso dos outros cursos que foram assistir as actividades. Esta aula serviu para comemorar o “Dia da Africa”. Antes do início e apresentação da mesa dos convidados, teve a apresentação de peças teatrais feita pelos alunos da nossa Universidade, como forma de animar a plateia enquanto se espera o início das actividades programadas para o evento. Depois disso a apresentadora da comissão organizadora deu por aberta a sessão, começando pela apresentação da mesa e os respectivos assentos dos convidados. Esta por sua vez estava composta pelo Ministro do Ensino Superior das Ciências e Educação- Doutor António Correia e Silva, o Primeiro-ministro de Cabo Verde- Doutor José Maria Neves e a Professora e Directora da Universidade de Cabo Verde- Judite Nascimento. Depois de se ter feita a apresentação, logo de seguida iniciou as actividades culturais. Primeiramente ao palco o estudante e músico Romeu de Lurdes com o tema “Aiam” em crioulo, de seguida dois estudantes convidados Emilson e Fredilson, mostraram os seus talentos na música e na guitarra com o tema “Cabral ka Mori”. Para encerrar a parte cultural Eder Xavier um jovem talentoso da cidade da Praia encantou o placar com a sua musica e para alem disso trouxe consigo um jovem São Tomense que actualmente se encontra em Cabo Verde divulgando através da musica o encanto do seu pais de origem, Yannick é o nome do cantor que esteve ao lado de Eder Xavier. Encerrada a actividade cultural, deu-se o início a cerimónia. A professora Judite Nascimento deu boas vindas aos alunos, convidados e aos professores presentes e fez o seu discurso. Para prosseguir o Ministro do Ensino Superior- António Correia e Silva tomou a palavra agradecendo pelo convite, mostrando o seu ponto de vista como futuros profissionais que somos e tentou de uma forma resumida abarcou a realidade Cabo Verdiana deixando as lições de moral. Em seguida o professor, Doutor e coordenador do curso do Jornalismo-Silvino Évora tomou o seu lugar de imediato à mesa e como sendo o grande organizador do evento, tomou a palavra agradecendo a todos os que estavam presentes e os que deram os seus contributos mas que por motivos de força maiores estavam ausentes, aos convidados (…). Agradeceu em especial aos alunos do jornalismo. Passado a palavra ao Primeiro-ministro de Cabo Verde- José Maria Neves, agradeceu a própria Universidade pela iniciativa de comemorar o “Dia da Africa” junto a aula “Magna do Jornalismo” o tema que esteve em destaque pelo Primeiro-Ministro foi a Democracia em Africa. Ele teve a ousadia de retractar sobre o sistema de representação, Africa e a Progressão e entre outros assuntos na qual se associa a Democracia. Citou através de livros o nome de alguns sociólogos/historiadores como Karl Max, Jean Jacques Rosseau, Mussolini, etc. E para concluir houve momentos de intervenções na qual algumas pessoas como o Professor Manuel Veiga, a Jornalista Maria de Jesus, e o Professor Eduardo Camilo intervieram e receberam de imediato as respostas as suas dúvidas. O Primeiro-Ministro agradeceu a presença de todos e pela paciência e que promete voltar sempre e acompanhar a Universidade e as perspectivas futuras dos alunos que a frequentam. Não havendo mais assuntos a tratar o Coordenador Silvino Évora fez o uso das palavras do Primeiro-Ministro. Assim está feita a presente acta, que vais ser assinada por mim que a secretariei.

 

 

 

 

Docente                                                                      A secretaria

Rosa Morais                                                                 Dina Almeida

 

 

 

 

 

Cidade da Praia, Campus do Palmarejo-Universidade de Cabo Verde.

 

……………………………..Acta número um………………………………

Aos vinte e um dias do mês de Abril de dois mil e catorze pelas dezasseis horas e cinquenta minutos realizou-se uma reunião de emergência dos alunos do segundo ano do curso de jornalismo da Universidade de Cabo Verde, no Campus de Palmarejo na sala trezentos e nove. Estiveram presentes todos os alunos da turma, excepto a Deisy, Lavínia, Pedrisa e o Saidon. A professora Rosa Morais abriu a sessão e entrou imediatamente no assunto em discussão que foi: A metodologia para as aulas de Língua Portuguesa quatro (IV). A aluna Carla referiu-se ao facto da metodologia de estudo proposto pela professora não estar a surtir efeito, tendo avançado que e a deverá primeiro explicar a matéria e só depois solicitar o trabalho prático. O Jorge retomou na mesma linha que as aulas deverão ser mais práticas. Acrescentou ainda que em relação ao debate deve-se repetir o conteúdo de modo a se obter maior domínio dele. Insistiu ainda na necessidade de os trabalhos escritos não serem corrigidos individualmente. Por outro lado, quanto aos porta-vozes dos grupos de trabalho, estes devem ser mudados, bem como a organização dos grupos para que todos possam interagir. A Maria Boaventura tomou a palavra para discordar da opinião anterior. A Neidilidia reforçou esta sugestão avançando que cada aluno tem as suas dificuldades pelo que os trabalhos escritos devem ser corrigidos individualmente. A Maria Boaventura completou a ideia de que os alunos devem estudar as fichas e pesquisar sobre os conteúdos em estudo. A Miludi concordou com a Maria salientando que a metodologia usada pela professora estava correcta e que não existe uma metodologia 100/ de ensino, na mesma medida a Sheila concordou com as palavras da Miludi. A Cláudia descordou do Jorge dizendo que o tempo que a professora leva para citar os erros cometidos no plano de leitura são suficientes e devem ser feitas individuais para cada um ver os seus erros e tentar corrigi-los. A Catheline concordou com a Cláudia dizendo que cada um tem os seus erros e a professora deve chamar atenção individualmente. A Cisandra salientou que estamos num ritmo muito bom mas que o problema da turma está na falta de estudos. O Gerson acrescentou que a sua palavra não tem nada a ver com o concordar e descordar mas sim que na sua opinião acha que a professora deve conhecer melhor cada um dos alunos. Para finalizar a professora concluiu a reunião, ficou o compromisso de estudos e mais interesse por parte dos alunos, mais aulas práticas, mais atenção ao desenvolvimento dos alunos.

Assim está feita a presente acta que vai ser assinada por mim que secretarei.

 

 

 

 

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